Desde o dia 29/01 eu e Luis Fernando planejávamos ir p/ o RJ esse fds que passou. Ficamos sabendo que a peça SEXO, A COMÉDIA (Os Melhores do Mundo) estaria em cartaz por dois dias no Vivo Rio. Sábado (12/02) e Domingo (13/02). Na semana seguinte já estávamos com os ingressos comprados p/ sábado. Fomos de área vip, e nossa mesa era na 1ª fileira, exatamente no meio do palco. Até aí, tudo lindo!
Iríamos pro RJ no sábado à tarde, 17:30h, e voltaríamos antes do almoço no domingo. Tudo isso pq, dessa vez, Theo não iria com a gente. Eu não teria com quem deixá-lo no RJ e obviamente ele não entrava na peça. Levo meu filho p/ todos os cantos que eu vou, mas eu tenho bom senso. Ele é ótima companhia, não estranha, é social ao extremo, dorme até em show se for preciso. Eu o acostumei desde cedo aos eventos que eu gostava de ir pq não queria ter que abrir mão das coisas que eu gosto de fazer, muito menos de ter a companhia do meu filho. Mas não é sempre que o ambiente combina e que dá p/ ele ir.
Na sexta-feira, ele começou a ficar mais manhoso que de costume. Apareceu uma super-ultra-mega assadura na bundinha (na popinha, períneo e saquinho) de um dia pro outro, e isso o deixou ainda mais manhoso. Coração de mãe é bobo... Eu quase desisti de ir pro RJ.
No sábado ele já estava melhorzinho e mais animadinho. Pensei: Acho que dá!
Mesmo com o coração apertado, decidi deixá-lo com o pai e ir pro RJ. Ele tinha uma festinha de niver p/ ir, de uma priminha paterna. Nós fomos convidados, mas não ia dar p/ levá-lo. Dudu ligou se oferecendo e eu resolvi unir o útil ao agradável. Já que ia ficar com o pai no niver, que fosse dormir com ele de uma vez, então.
Me arrumei e saímos de BP 17:30h. Fui chorando daqui até mais da metade do caminho. Rsrsrs... Santo Lu!! Esse tem paciência!! Tem sido um companheirão... Incrivelmente compreensivo e apaixonado no meu filho. Nunca imaginei encontrar alguém como ele, tão disposto a aprender comigo... Afinal, sou mãe há 1 ano e 7 meses! To só começando... Ainda tenho muito a aprender! E ele tá sempre ali... Querendo o melhor p/ mim e Theo. Eles são super amiguinhos e meu coração transborda de alegria. Tem amor em volta dos 2 e isso é maravilhoso! Eles já se conheciam pq somos vizinhos e nos conhecemos desde adolescentes. Theo sempre teve contato com ele e a família dele, sendo assim, é tudo muito natural. Nada é forçado... Nada é comprado... Eles se gostam e ponto! E não é p/ conquistar a mãe que ele faz isso, pq muito antes de termos qlqr coisa, ele e Theo já eram amiguinhos e já se gostavam! Enfim... Ele tava morrendo de peninha de mim, como mãe, pq sabia que era a 1ª vez que eu me separava tantos quilômetros e por tanto tempo do meu filho. Ele tentou várias vezes me fazer desistir da peça (e eu sei o qto ele adora, e o qto queria assistir). Enfim, eu sei que preciso desses momentos, sei que uma hora as coisas serão mais naturais p/ mim (serão???) e, principalmente, que o Lu merecia esse carinho. Por tudo de bom que sempre faz por mim e Theo. Fui chorando, mas fui!
Fomos p/ casa dos meus primos (eles tb foram na peça c/ a gente), nos arrumamos e fomos p/ o Aterro. Nunca tinha ido ao Vivo Rio. É bem legal o lugar. Nossa mesa era super bem posicionada e a peça valeu cada centavo investido. Quem tiver a chance de ir, não perca! Os caras são bons d+, e a peça é engraçadíssima!! Eu amei!!! Eu e Lu conseguimos lembrar do Theo até durante a peça... E foi ao mesmo tempo, numa mesma frase. Hahaha...
Me afastar do meu filho doeu na alma... Coisa que só mesmo MÃE p/ entender. Mesmo sabendo que eu mereço esse descanso, a conciência teimava em pesar. E, p/ completar, qdo cheguei p/ buscá-lo no domingo, antes do almoço, na casa do pai, ele estava febril. Bem quentinho mesmo! AFF! Meu coração apertou de verdade! Desde qdo ele estava assim??? Desde que horas??? Qto tempo meu filho precisou de mim e eu estive ausente??? Culpa, culpa, culpa... Nunca imaginei que ser mãe é sentir tanta culpa!
Fomos p/ casa, remédio de febre p/ dentro, dia inteiro de cama, molenguinho, indisposto... Muita peninha! Durante a madrugada, mais febrão! E ainda teve um episódio de vômito! No dia seguinte, marquei pediatra assim que acordei. E foi mais um dia de febre alta.
Ontem pela manhã fomos ao laboratório fazer exame de sangue pela 1ª vez. Theo se comportou melhor do que eu esperava, mas isso não significa q não tenha chorado, e mt! Fez a alegria das pessoas do lab... Fofo! Às 17h fomos na Drª Lu. Ela viu o resultado dos exames, examinou Theo todinho e... NADA! Nenhum sinal físico, por enquanto, que explicasse a febre. Ela mandou continuar no remédio p/ febre e observar. Enchi meu filho de amor e carinho desde a hora que cheguei do RJ no domingo. Um gruuuude!
Hoje a febre não deu as caras... Essa madrugada tb foi tranquila! Há quem diga que a febre foi emocional... E mesmo sendo muito cética qto a alguns assuntos, tem feito todo sentido essa hipótese. Theo acordou no sábado e eu já tinha ido pro RJ (ele dormiu à tarde e não acordou até a hora que eu saí), foi p/ um aniversário cujas pessoas eram 100% estranhas p/ ele (apesar de ser família, ele não tem convívio com eles), depois foi dormir na casa do pai (pela 2ª vez), o que tb não é um hábito, no dia seguinte nada de mamãe aparecer... Apesar de ser social e simpático, não estranhar ninguém... O coração do meu filho só reconheceu o pai durante todo esse tempo. Todo o resto era estranho p/ ele! E, p/ completar, Dudu me disse que ele começou a me chamar no domingo de manhã, bem qdo a febre apareceu. Coincidências ou não, não arrisco mais. Theo precisa de informações aos poucos, não dá p/ ser assim, tudo de uma vez. Eu e Du conversamos muito desde domingo... E hj a gente chegou à conclusão que realmente devemos ir mais devagar pq é tudo novidade p/ um ser tão pequeno ainda. Ele ainda não sabe dizer o que sente...

Cia de Comédia OS MELHORES DO MUNDO

Peça SEXO, A COMÉDIA

Lu e Eu, no Vivo Rio, esperando o início da peça

Tentei tirar uma foto da despedida, mas não pode usar flash e o palco é muito iluminado. Não deu certo!

Na Cobal do Humaitá, depois da peça
Está tudo ficando bem! Mas eu ainda me pergunto... Será que um dia eu acostumo? A ficar longe do meu filho? A essas febres que tooooda criança tem, mas que não queremos nunca que nossos filhos tenham?
Beijos,
Bibi















































